sexta-feira, 1 de novembro de 2013

24/10/2013

Marina critica 'insistência' de debate sobre candidatura
A ex-senadora Marina Silva (PSB) criticou nesta quinta-feira (24) o que avaliou como insistência da imprensa e de setores da sociedade no sentido de forçar uma eventual candidatura dela à Presidência da República.
"Eu já disse mil vezes a vocês [repórteres] que eu não tenho como objetivo de vida ser presidente do Brasil", afirmou, em rápida entrevista, antes de dar uma palestra na PUC-PR, em Curitiba, sobre os jovens e a política.

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/10/1361823-marina-critica-insistencia-de-debate-sobre-candidatura.shtml
Aluna: Beatriz 1ºB

Dilma revê promessa para apressar desapropriações

A presidente Dilma Rousseff voltou a desapropriar terras para fins de reforma agrária na semana passada sem cumprir a promessa de submeter os futuros assentamentos no campo a estudos aprofundados de viabilidade econômica antes de implantá-los.
Em janeiro deste ano, uma portaria baixada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário determinou que novas áreas só seriam desapropriadas após a realização de estudos completos. No início de outubro, nova portaria eliminou essa exigência para cerca de 100 processos que já estavam em andamento.

Aluna: Beatriz 1ºB

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

11/10

Lula se reúne com Dilma e orienta PT a isolar Campos

Em reunião que durou mais de cinco horas no Palácio da Alvorada e da qual participou a presidente Dilma Rousseff e seu núcleo político, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu ontem que o PT antecipe a tática de isolar o PSB, de Eduardo Campos, nos Estados.
Lula quer evitar que petistas e outros partidos governistas se aliem ao partido de Campos, agora com seu projeto presidencial reforçado pela ex-senadora Marina Silva.

Aluna: Beatriz 1ºB

Dilma multiplica viagens e entrega casas sem água e luz

Neste ano pré-eleitoral, a presidente Dilma Rousseff ampliou o ritmo de viagens nacionais, com agendas repetidas e entrega de moradias sem água e energia elétrica.
De janeiro a esta terça (15), quando visitou duas cidades baianas, a pré-candidata à reeleição passou 51 dias em deslocamentos pelo país, marca 19% acima do mesmo período de 2011 e 42% ante 2012.
Sem obras de impacto para entregar, já que vitrines como ferrovias e transposição do rio São Francisco seguem longe das metas iniciais, ela tem focado as cerimônias de viagens em ações de alcance local. Participou este ano de 11 eventos para entregar retroescavadeiras e outras máquinas a prefeitos.

Aluna: Beatriz 1ºB

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

27/09/2013

Para Aécio, estagnação da desigualdade mostra 'equívocos' do Bolsa Família

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, declarou nesta sexta-feira (27) em Curitiba que a estagnação na queda da desigualdade no país, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), retrata um "equívoco" das políticas de transferência de renda do governo federal.
"O Bolsa Família é um ponto de partida. Para o PT, ele é um ponto de chegada", disse ele, em entrevista.

Aluna: Beatriz 1ºB

Propaganda de Dilma na TV mira governos de oposição

Ueslei Marcelino-03.out.13/Reuters





A um ano das eleições, o governo federal lançou ofensiva para apresentar na TV vídeos regionais com propagandas específicas de ações de Dilma Rousseff (PT) para cada Estado.
Foram criados até quatro vídeos para cada unidade da Federação, numa espécie de prestação de contas de investimentos nas áreas social e de infraestrutura.
Cinco Estados foram escolhidos para a estreia, no mês passado, sendo três deles de governadores de oposição ou que se afastaram do Planalto--Pernambuco, de Eduardo Campos (PSB), Minas Gerais, de Antonio Anastasia (PSDB), e Paraná, de Beto Richa (PSDB).

Aluna: Beatriz 1ºB

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Dilma vai propor ação antiespionagem

Presidente e Itamaraty pretendem levar para fóruns internacionais uma proposta formal de controle do monitoramento entre países

BRASÍLIA - O governo brasileiro vai fazer do combate à espionagem entre governos uma de suas bandeiras diplomáticas nos próximos meses. Depois da crise com os Estados Unidos, causada pela revelação do monitoramento ilegal das comunicações no País, o Itamaraty e a própria presidente Dilma Rousseff pretendem levar a ideia de algum tipo de controle para fóruns internacionais, e começam a sondar a possibilidade de apoios a uma proposta formal.
O primeiro passo foi dado em julho, na reunião do Mercosul, logo depois da descoberta da espionagem pela Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) em e-mails e telecomunicações no País. Ali, o Brasil recebeu solidariedade de Argentina, Uruguai e Venezuela. Agora, o governo quer levar o tema à União das Nações Sul-americanas (Unasul), à Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos e aos Brics (grupo composto, além do Brasil, por Rússia, Índia, China e África do Sul) na busca de apoio para uma proposta formal.
Apesar da proximidade regional, Celac e Unasul podem ter mais resistência do que Mercosul e mesmo Brics. Países como Colômbia, Chile e mesmo o México, também espionado, têm hoje uma proximidade política - e principalmente econômica - mais forte com os Estados Unidos do que com o Brasil, apesar de terem se manifestado contrários ao sistema de espionagem instaurado pelos americanos.
Aluna: Beatriz 1ºB