sexta-feira, 1 de novembro de 2013

24/10/2013

Marina critica 'insistência' de debate sobre candidatura
A ex-senadora Marina Silva (PSB) criticou nesta quinta-feira (24) o que avaliou como insistência da imprensa e de setores da sociedade no sentido de forçar uma eventual candidatura dela à Presidência da República.
"Eu já disse mil vezes a vocês [repórteres] que eu não tenho como objetivo de vida ser presidente do Brasil", afirmou, em rápida entrevista, antes de dar uma palestra na PUC-PR, em Curitiba, sobre os jovens e a política.

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/10/1361823-marina-critica-insistencia-de-debate-sobre-candidatura.shtml
Aluna: Beatriz 1ºB

Dilma revê promessa para apressar desapropriações

A presidente Dilma Rousseff voltou a desapropriar terras para fins de reforma agrária na semana passada sem cumprir a promessa de submeter os futuros assentamentos no campo a estudos aprofundados de viabilidade econômica antes de implantá-los.
Em janeiro deste ano, uma portaria baixada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário determinou que novas áreas só seriam desapropriadas após a realização de estudos completos. No início de outubro, nova portaria eliminou essa exigência para cerca de 100 processos que já estavam em andamento.

Aluna: Beatriz 1ºB

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

11/10

Lula se reúne com Dilma e orienta PT a isolar Campos

Em reunião que durou mais de cinco horas no Palácio da Alvorada e da qual participou a presidente Dilma Rousseff e seu núcleo político, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu ontem que o PT antecipe a tática de isolar o PSB, de Eduardo Campos, nos Estados.
Lula quer evitar que petistas e outros partidos governistas se aliem ao partido de Campos, agora com seu projeto presidencial reforçado pela ex-senadora Marina Silva.

Aluna: Beatriz 1ºB

Dilma multiplica viagens e entrega casas sem água e luz

Neste ano pré-eleitoral, a presidente Dilma Rousseff ampliou o ritmo de viagens nacionais, com agendas repetidas e entrega de moradias sem água e energia elétrica.
De janeiro a esta terça (15), quando visitou duas cidades baianas, a pré-candidata à reeleição passou 51 dias em deslocamentos pelo país, marca 19% acima do mesmo período de 2011 e 42% ante 2012.
Sem obras de impacto para entregar, já que vitrines como ferrovias e transposição do rio São Francisco seguem longe das metas iniciais, ela tem focado as cerimônias de viagens em ações de alcance local. Participou este ano de 11 eventos para entregar retroescavadeiras e outras máquinas a prefeitos.

Aluna: Beatriz 1ºB

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

27/09/2013

Para Aécio, estagnação da desigualdade mostra 'equívocos' do Bolsa Família

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, declarou nesta sexta-feira (27) em Curitiba que a estagnação na queda da desigualdade no país, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), retrata um "equívoco" das políticas de transferência de renda do governo federal.
"O Bolsa Família é um ponto de partida. Para o PT, ele é um ponto de chegada", disse ele, em entrevista.

Aluna: Beatriz 1ºB

Propaganda de Dilma na TV mira governos de oposição

Ueslei Marcelino-03.out.13/Reuters





A um ano das eleições, o governo federal lançou ofensiva para apresentar na TV vídeos regionais com propagandas específicas de ações de Dilma Rousseff (PT) para cada Estado.
Foram criados até quatro vídeos para cada unidade da Federação, numa espécie de prestação de contas de investimentos nas áreas social e de infraestrutura.
Cinco Estados foram escolhidos para a estreia, no mês passado, sendo três deles de governadores de oposição ou que se afastaram do Planalto--Pernambuco, de Eduardo Campos (PSB), Minas Gerais, de Antonio Anastasia (PSDB), e Paraná, de Beto Richa (PSDB).

Aluna: Beatriz 1ºB

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Dilma vai propor ação antiespionagem

Presidente e Itamaraty pretendem levar para fóruns internacionais uma proposta formal de controle do monitoramento entre países

BRASÍLIA - O governo brasileiro vai fazer do combate à espionagem entre governos uma de suas bandeiras diplomáticas nos próximos meses. Depois da crise com os Estados Unidos, causada pela revelação do monitoramento ilegal das comunicações no País, o Itamaraty e a própria presidente Dilma Rousseff pretendem levar a ideia de algum tipo de controle para fóruns internacionais, e começam a sondar a possibilidade de apoios a uma proposta formal.
O primeiro passo foi dado em julho, na reunião do Mercosul, logo depois da descoberta da espionagem pela Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) em e-mails e telecomunicações no País. Ali, o Brasil recebeu solidariedade de Argentina, Uruguai e Venezuela. Agora, o governo quer levar o tema à União das Nações Sul-americanas (Unasul), à Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos e aos Brics (grupo composto, além do Brasil, por Rússia, Índia, China e África do Sul) na busca de apoio para uma proposta formal.
Apesar da proximidade regional, Celac e Unasul podem ter mais resistência do que Mercosul e mesmo Brics. Países como Colômbia, Chile e mesmo o México, também espionado, têm hoje uma proximidade política - e principalmente econômica - mais forte com os Estados Unidos do que com o Brasil, apesar de terem se manifestado contrários ao sistema de espionagem instaurado pelos americanos.
Aluna: Beatriz 1ºB

Supremo decide por novo julgamento, que só deve começar no ano que vem

Decano da Corte, Celso de Mello deu o voto de desempate na discussão sobre embargos infringentes - Ed Ferreira/Estadão


Ministro Celso de Mello aceita embargos infringentes e Corte sorteia Luiz Fux como relator da nova fase, que analisará crimes de 12 dos 25 condenados; prazos regimentais empurram encerramento do processo para perto da eleição presidencial

O Supremo Tribunal Federal vai realizar um novo julgamento para parte dos crimes pelos quais 12 dos 25 réus do mensalão foram condenados. O voto decisivo pela aceitação dos embargos infringentes, que permitem uma nova análise quando uma sentença é obtida numa votação apertada entre os ministros da Corte, foi dado nesta quarta-feira, 18, pelo decano Celso de Mello.


Aluna: Beatriz 1ºB

Novo julgamento do mensalão não pode ser 'vergonha' , diz Alckmin

STF aceitou embargos infringentes e haverá nova avaliação de crimes. 
Governador de São Paulo disse ter 'confiança' de que será feita 'justiça'.


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta quinta-feira (19) que o novo julgamento de 12 condenados no processo do mensalão, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), “não pode ser uma vergonha nacional”. Alckmin diz ter “muita confiança” de que haverá “justiça”.
Nesta quarta-feira (18), o STF decidiu por seis votos a cinco aceitar os embargos infringentes, Esses recursos levarão a um novo julgamento nos casos de condenações por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha em que o réu obteve ao menos quatro votos favoráveis no julgamento do caso, no ano passado.
“A decisão do Supremo Tribunal Federal é técnica. Os especialistas, os melhores juristas do país interpretam a lei. Então, ela [a decisão] tem que ser respeitada. Nós temos muita confiança de que o novo julgamento vai fazer justiça para que o país não se envergonhe de impunidade. Isso não pode ser uma vergonha nacional”, afirmou Alckmin durante anúncio do ônibus noturno em São Paulo.
Aluna: Stefany 1ºB

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Biodisel ainda vale a pena?

Governo estuda ampliar o percentual de adição do combustível vegetal no óleo diesel de 5% para 7%. A medida alivia o caixa da Petrobras.
 
Sob pressão dos produtores de biodiesel, o governo estuda ampliar a mistura de óleos vegetais no diesel vendido no país, que têm capacidade ociosa suficiente para dobrar o patamar atual, de 5%. A mudança está em estudo pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e, segundo fonte, pode ser apreciada em reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) ainda este ano.
Ao mesmo tempo em que tem potencial para reduzir as importações de diesel, com impacto positivo no caixa da Petrobras, a medida é vista com desconfiança por especialistas, diante da perspectiva de repasse do custo aos consumidores.
O mercado esperava que o tema fosse avaliado na última reunião do CNPE, realizada em junho. A expectativa agora, segundo fonte ligada à área energética, é que seja incluído na pauta do próximo encontro, previsto para dezembro. A proposta em análise prevê a ampliação dos atuais 5% para 7%, mistura conhecida como B7.
A Associação dos Produtores de Biodiesel do Brasil (Aprobio) argumenta que a medida ajuda a minimizar as perdas da Petrobras com a importação de diesel, que somaram 6,3 bilhões de litros entre janeiro e julho de 2013, alta de 29,3% com relação ao mesmo período de 2012.

Fonte: www.ig.com.br
Aluna: Bruna Aparecida Moureira

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Dilma pode iniciar troca de ministros em outubro

Edson Silva/Folhapress


As mudanças que a presidente Dilma Rousseff planejava fazer em dezembro em seu ministério podem começar antes da hora. A presidente analisa a conveniência de iniciar as trocas em outubro.
A ideia é fazer tudo em duas etapas: exonerar no mês que vem auxiliares que não terão papel estratégico na campanha presidencial de 2014, como a petista Maria do Rosário, dos Direitos Humanos, e o peemedebista Gastão Vieira, do Turismo, e tirar em dezembro titulares das pastas mais estratégicas, como Desenvolvimento e Casa Civil.
Segundo a Folha apurou, a única exceção sendo discutida atualmente é a do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que será o candidato do PT ao governo do Estado de São Paulo e hoje comanda o programa Mais Médicos, uma das bandeiras da campanha de Dilma no próximo ano.
Conforme o desenho atual, Padilha deixaria a Saúde somente no ano que vem, o que permitiria que aproveitasse o máximo possível a vitrine governamental para ampliar a exposição de sua imagem.


Aluna:Beatriz 1ºB

Dia 5/9/2013:

Lula critica EUA e diz que Obama deve desculpas a Dilma e ao Brasil

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira que os Estados Unidos estão ameaçando a soberania do mundo e que o presidente norte-americano, Barack Obama, deve desculpas à brasileira Dilma Rousseff e ao Brasil.
O programa "Fantástico", da TV Globo, revelou no último domingo (1º) que Dilma foi alvo de espionagem e teve sua comunicação monitorada pelo governo dos EUA.


Aluna:Beatriz 1ºB

Dia 13/9/2013:

Sem máscaras, protesto de rua no Rio tem mais PMs que manifestantes.

A primeira manifestação de rua no Rio de Janeiro após a entrada em vigor da lei que proíbe máscaras nos protestos transcorreu de maneira pacífica nesta sexta-feira (13) e se dispersou logo depois das 23h.
Concentrada mais uma vez no entorno do Palácio Guanabara, sede do governo do Rio, na zona sul da cidade, a manifestação contra o governador Sergio Cabral reuniu cerca de cem manifestantes, menos do que o número de policiais destacados para a proteção do governo: 150 homens.
Muitas pessoas usavam preto, a cor dos 'black blocs', grupo que motivou a proibição das máscaras, mas ninguém se arriscou a desafiar a lei.


Aluna: Beatriz 1ºB

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Líder do DEM defende asilo político a cubanos do Mais Médicos

         O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) apresentou um projeto de lei na Câmara que concede visto permanente aos cubanos que ingressarem no país como refugiados ou amparados por acordos de cooperação técnica internacional. A intenção é respaldar política e juridicamente os cubanos do programa Mais Médicos.
        “Esse programa tem um lado eleitoreiro. O PT só descobriu que falta médico no Brasil oito meses antes das eleições. Temos que adequar a estadia desses cubanos, estamos dando asilo político e apoio jurídico para que eles tenham cidadania e condição de liberdade no Brasil”, afirmou Caiado.
 
Aluna: Bruna Aparecida Moureira

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Após protestos, projeto sobre terceirização segue direto ao plenário da Câmara

  A votação do projeto de lei (PL) sobre terceirização vai ao plenário da Câmara sem passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). De acordo com o presidente da comissão, Décio Lima (PT-SC), a decisão de levar o texto diretamente ao plenário foi um acordo com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e líderes partidários.
  Hoje (4), pelo segundo dia consecutivo, a reunião da CCJ foi suspensa devido a protestos de grupos de trabalhadores de centras sindicais pela retirada do PL da pauta. Pela manhã, o acesso à Câmara e à comissão estavam interrompidos pela quantidade de manifestantes na entrada de um dos anexos da Casa.

   Lima informou que, na próxima terça-feira (10), será apresentado um requerimento de urgência para que o projeto seja votado. “A matéria só seria conclusiva na CCJ se houvesse acordo. Como não há, o projeto naturalmente seria objeto de recurso para análise no plenário. Então, vamos encurtar a tramitação”, explicou o presidente da CCJ.
  Paralelamente, está sendo discutida a possibilidade de uma reunião hoje à tarde entre o presidente da Câmara e líderes sindicais para discutir o acesso dos trabalhadores ao plenário na próxima semana.
  Ontem (3), sindicalistas ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT), contrários ao projeto, entraram em confronto com as polícias Legislativa e Militar. Parte do grupo que não conseguiu ter acesso à CCJ forçou a entrada e teve que ser contida pela polícia.
  "Ficamos do lado do fora da Câmara dos Deputados por causa da forte repressão policial. Não é possível que a classe trabalhadora continue apanhando da Polícia Legislativa e da Polícia Militar na porta da Câmara. Quando os empresários vêm, são bem recebidos, não acontece violência nem repressão nenhuma. Quando somos nós, trabalhadores, somos recebidos a cacetadas e gás de pimenta”, disse o presidente da CUT, Vagner Freitas.
  A CUT informou ontem que vai orientar seus filiados a não votar, nas eleições ano que vem, nos deputados que se manifestarem favoravelmente ao projeto de lei.
  O PL 4.330/2004 está para ser votado na comissão desde o início do mês passado, depois de meses em discussão no âmbito do Ministério do Trabalho e Emprego, em uma mesa de negociação quadripartite formada por empregados, empregadores, governo e parlamentares. Segunda-feira (2) ocorreu a última negociação no ministério, que terminou sem acordo entre as partes.
  A terceirização é um ponto nevrálgico das relações trabalhistas, pois não há qualquer regulamentação do assunto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), criada há 70 anos. Essa relação trabalhista é regida por uma súmula do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e determinações do Tribunal de Contas da União (TCU).
  Os pontos mais polêmicos do PL são os referentes à permissão de terceirização em atividades-fim e a retirada da menção à responsabilidade solidária das empresas contratantes. No caso da terceirização de atividades-fim, a preocupação é em relação à ausência de vínculo trabalhista entre a empresa e o empregado; já no caso da responsabilização solidária, há preocupação em relação ao excesso de demandas judiciais para solucionar contendas trabalhistas.
  Outro item complicado é a retirada do parágrafo sobre modificações na estrutura sindical brasileira. Atualmente, de acordo com a Constituição e a CLT, os sindicatos são estabelecidos de acordo com uma unicidade, em que não pode haver mais de uma organização representativa de uma mesma categoria na mesma base territorial.
Aluna:Stefany Salgado Paris

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Mão de obra do campo diminui no Brasil

Maior número de aposentadorias e permanência de jovens na escola explicam o fenômeno.

 

            O aumento da renda, proveniente da valorização do salário mínimo, mudou a estrutura do mercado de trabalho no meio rural, revela estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), divulgado com exclusividade ao Brasil Econômico. "Houve uma debandada da mão de obra. Um grupo expressivo está preferindo ficar em casa a ir para a lavoura", destaca o economista Rodrigo Leandro de Moura.
             A opção por não trabalhar na agropecuária não indica, contudo, transferência da mão de obra para as cidades e aumento damigração, como ocorreu na história recente da economia brasileira. Ao contrário do passado, os anos 2000 são marcados pela migração rural em patamar equivalente ao do período ainda de nascimento da industrialização, nos anos 50, embora, ressalte Moura, dessa vez, haja um contingente muito menor de trabalhadores instalados no campo.
             A pesquisa do Ibre/FGV utiliza como base os dados mais recentes da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (Pnad), relativo ao cenário de 2011. A divulgação mais atualizada sairá em setembro, quando o estudo será revisto.
             Mas, segundo o economista, as mudanças ocorridas no mercado de trabalho rural foram estruturais e permanecem. Mesmo a inflação crescente neste ano não é capaz de reverter as transformações, porque o reajuste do salário mínimo, balisador da aposentadoria, supera a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e garante a manutenção dos ganhos adquiridos.
             "Ficaria muito surpreso se algo mudasse repentinamente. São fatores estruturais que, dificilmente, são revertidos de um ano para outro", destaca Moraes. Além disso, diz ele, o avanço expressivo do Produto Interno Bruto (PIB) do setor agropecuário no primeiro semestre deste ano indica queda da população ocupada no meio rural e aumento da produtividade, retrato condizente com o quadro assinalado pelo estudo do Ibre/FGV.
             A queda de 1,9% da população ocupada no campo, de 2004 a 2011, está relacionada a um movimento crescente de antecipação de aposentadorias, sobretudo, entre trabalhadores com menos escolaridade, de zero a sete anos de estudos.

Fonte: www.ig.com.br
Aluna: Bruna Aparecida Moureira

domingo, 1 de setembro de 2013

Falta de consenso pode travar mudança no rito de cassações


O deputado Natan Donadon fala com o presidente da Câmara, Henrique Alves, na sessão em que se livrou da cassação

Adormecidos nos escaninhos do Legislativo até agora, os dois projetos que os líderes do Congresso prometem retomar para reduzir o desgaste sofrido com a absolvição do deputado federal afastado Nadan Donadon (ex-PMDB-RO) correm o risco de demorar para sair do papel.
Mesmo que seja para valer o empenho anunciado pelos líderes partidários na quinta-feira, dia posterior à sessão que manteve o mandato de Donadon, um dos projetos anunciados deverá ficar para 2014. O outro só entrará em vigor, na melhor das hipóteses, em meados de outubro.
Condenado a mais de 13 anos de cadeia por desvio de verbas da Assembleia Legislativa de Rondônia, Donadon está preso há dois meses e se livrou da cassação na noite de quarta-feira, quando 233 deputados votaram contra ele, mas faltaram 24 votos para cassar seu mandato.


Aluna:Beatriz 1ºB

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Amir Lando toma posse no lugar do deputado Donadon, que voltou à prisão

A Câmara dos Deputados deu posse na tarde desta quinta-feira (29) ao ex-senador Amir Lando (PMDB-RO), que ficou com a vaga do deputado Natan Donadon (sem partido-RO), preso há dois meses na Penitenciária da Papuda, no Distrito Federal, após ser condenado pelo no Supremo Tribunal Federal (STF) por desvios de dinheiro público. Na noite de ontem (28), o plenário da Câmara não conseguiu votos suficientes para cassar o mandato de Donadon, que apenas foi afastado do cargo.
Ao assumir a vaga, Lando, que já foi ministro e teve papel de destaque na CPI do Collor, defendeu "mais transparência" na Casa e a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Voto Aberto. "Na votação de ontem (28), ficou uma lição: voto secreto nunca mais", defendeu o suplente de Donadon, que acompanhou a sessão pela televisão. Votaram pela cassação 233 deputados, 131 foram contrários e 41 não compareceram. Para cassar o mandato, eram necessários 257 votos.

Após Donadon se livrar da cassação e retornar à prisão, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), determinou a convocação do suplente imediato para assumir o mandato parlamentar, em caráter de substituição, pelo tempo que durar o impedimento do titular. Alves justificou a convocação do suplente dizendo que a representação da Câmara não pode ficar desfalcada indefinidamente, assim como a sociedade e o Estado de Rondônia não podem ficar privados de um de seus representantes. Rondônia tem oito deputados federais.
Donadon foi condenado pelo STF a mais de 13 anos de prisão pelos crimes de peculato e formação de quadrilha. A condenação foi pelo desvio de R$ 8,4 milhões da Assembleia Legislativa de Rondônia à época em que ele era diretor financeiro da Casa. No início de julho, Donadon deixou de receber o salário de deputado e os funcionários do seu gabinete foram demitidos.
Aluna:Stefany Salgado Paris 1°B

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Ponto Final - O jogo de cena da reforma política

No auge dos protestos de rua em junho, a presidente Dilma Rousseff dirigiu-se à Nação em rede de tevê e, entre outras promessas, ofereceu o apetitoso prato da reforma política para aplacar a ira dos manifestantes.

Pôs o tema na mesa e foi além ao defender a realização de um plebiscito para aprovar as mudanças. Ou seja, caberia ao povo decidir sobre as novas regras do sistema eleitoral e partidário, e não ao restrito grupo de 614 parlamentares, que jamais se mostrou disposto a realizar uma reforma para valer.

A proposta de democracia direta foi bem recebida pela opinião pública, mas sofreu reparos por parte da Justiça Eleitoral e, obviamente, enfrentou forte resistência no Congresso, que avocou a si a tarefa de dar vida às mudanças.

Entretanto, lá se vão de dois meses e a reforma política voltou ao escaninho de sempre: o dos projetos que nadam, nadam e morrem na praia.

Para ter eficácia em 2014, as mudanças, por limitadas que sejam, teriam de ser aprovadas e regulamentadas até outubro, ou seja, um ano antes das eleições gerais, como determina a lei. Portanto, caso houvesse real interesse, a Câmara e o Senado estariam tratando do assunto em regime de urgência urgentíssima.

Mas não é isso que se vê. Até parece que os nossos parlamentares estão convencidos de que o tema não faz parte das prioridades da sociedade. Prevalece a visão de que a reforma política teria sido colocada em pauta pela presidente Dilma apenas para desviar a atenção de assuntos mais críticos, como a inflação e o baixo crescimento da economia. Como empurraram a discussão com a barriga e ninguém protestou, deputados e senadores concluíram que a reforma pode continuar na fila.

Que fique claro: o Legislativo não tem qualquer interesse em mudar as regras do jogo. Afinal, os políticos chegaram a Brasília graças às normas em vigor. Fazem jogo de cena, defendem novos sistemas de votação, falam maravilhas do financiamento público de campanha, mas, na verdade, não passam das palavras.

Fonte: www.ig.com.br
Aluna: Bruna Aparecida Moureira

domingo, 25 de agosto de 2013

Mirando o Planalto, Serra e Aécio reeditam duelo que resiste há 13 anos no PSDB

Num hotel da capital paulista, na noite da última quinta, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse, com sorriso no rosto: "Tem que reconhecer que ele é persistente".
A frase integra o relato de dirigentes do PSDB de São Paulo sobre longa conversa que tiveram com o mineiro a respeito da entrada do ex-governador José Serra (PSDB) no cenário eleitoral de 2014.
Ex-deputado, ex-senador, ex-ministro, ex-prefeito e ex-governador, Serra se movimenta para se lançar pela terceira vez à Presidência.
Assim como em outras ocasiões, o PSDB tem divisões; diferentemente de antes, agora o favorito para vencer a batalha interna é Aécio. E Serra estuda deixar a sigla e filiar-se ao PPS para não perder a chance de tentar chegar ao Palácio do Planalto.


Aluna: Beatriz 1°B 

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Câmara tem quase 1.400 servidores com salário maior que o de ministros do STF

A Câmara dos Deputados fará uma economia mensal de R$ 6,5 milhões com o corte dos salários de 1.370 servidores que recebem hoje mais do que o teto salarial, de R$ 28.059,29. A decisão de cortar o salário dos que recebem mais do que um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) foi tomada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), no último dia 14.Até o momento, o TCU ainda não notificou a Câmara da decisão, o que deverá ocorrer nos próximos dias. Pela decisão do tribunal, a Câmara terá 60 dias para adequar os salários dos servidores aos dos vencimentos dos ministros do Supremo. Mesmo sem receber a notificação, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), decidiu não recorrer e cumprir a determinação do TCU.

Conforme levantamento da Câmara, na folha de pagamento de agosto, recebem hoje mais do que o teto salarial 676 servidores da ativa e 694 aposentados. Dos 676 servidores ativos, 270 têm função gratificada acima do teto salarial. Os demais servidores terão desconto parcial da função.
De acordo com a Câmara, haverá cortes de R$ 50 a R$ 8 mil por mês, de acordo com o salário de cada um, para que ninguém ultrapasse o teto do funcionalismo público. Com a redução dos vencimentos de ativos e inativos, a economia anual somará a R$ 78,5 milhões, em valores de hoje.
No fim do ano passado, a Câmara corrigiu as irregularidades apontadas pelo TCU, mas entendeu, à época, que as gratificações [cargos comissionados] pagas aos servidores estariam fora do teto.
Aluna: Stefany Salgado Paris 1°B

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

A coordenação funciona de maneira rotativa. Cada coordenador permanece na função durante três meses

             O advogado criminalista José Carlos Dias será o novo coordenador da Comissão Nacional da Verdade. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (19) pela atual coordenadora da comissão, Rosa Cardoso, durante audiência pública na Assembleia Legislativa de São Paulo.
           “Essa comissão [coordenada por ela] iria até o dia 15 de agosto, mas não houve ainda uma sessão posterior ao dia 15. Primeiro li a notícia no jornal [sobre a comissão ser assumida por José Carlos Dias]. Depois, o próprio José Carlos Dias me procurou e me informou que seu nome tinha sido pensado pelos companheiros e que ele seria, neste momento, a pessoa mais adequada para coordenar a comissão”, confirmou Rosa Cardoso.






Sobre:

Rosa Cardoso:  advogada e professora universitária, teve atuação destacada na defesa de presos políticos da ditadura militar e assumiu a coordenação da comissão em maio deste ano. A coordenação funciona de maneira rotativa. Cada coordenador permanece na função durante três meses, sendo permitida uma recondução. Antes de Rosa Cardoso, a comissão era coordenada por Paulo Sérgio Pinheiro.

José Carlos Dias: José Carlos Dias é advogado criminalista formado pela Universidade de São Paulo. Durante a ditadura defendeu presos políticos, atuando diretamente na Justiça Militar. Dias foi secretário da Justiça de São Paulo, entre 1983 e 1986, e Ministro da Justiça, entre 1999 e 2000. Ele é conselheiro e foi presidente da Comissão de Justiça e Paz de São Paulo.

Fonte: www.ig.com.br
Aluna: Bruna Aparecida Moureira

sábado, 17 de agosto de 2013

Rodrigo Janot substituirá Roberto Gurgel na Procuradoria-Geral da República



A presidente Dilma Rousseff escolheu Rodrigo Janot para assumir a Procuradoria-Geral da República. Ele vai substituir Roberto Gurgel. Janot era o primeiro colocado na lista tríplice encaminhada à Presidência pela ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República). Dilma o recebeu neste sábado (17), pouco antes do anúncio, no Palácio da Alvorada. Ele agora será submetido a sabatina do Senado, antes de ser oficializado no cargo. Caso seu nome seja aprovado, assumirá imediatamente a função. Até lá, fica no posto a procuradora Helenita Acioli, vice-presidente do Conselho Nacional do Ministério Público.

Fonte : http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/08/1328226-dilma-escolhe-rodrigo-janot-para-substituir-roberto-gurgel-na-procuradoria-geral-da-republica.shtml


Aluna : Beatriz 1ºB

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Governo fará novo projeto para redesenhar fundo de royalties do pré-sal

Condição para aprovação de 75% dos royalties do petróleo para educação e 25% para a saúde, discussão de nova distribuição de recursos do fundo é “precipitada”

O novo texto do projeto de lei que destina 75% dos royalties do petróleo para educação e 25% para a saúde foi aprovado no Congresso, mas o governo já discute a elaboração de um novo projeto, que definirá uma futura redistribuição dos recursos do Fundo Social do pré-sal.
A verba do fundo foi um dos pontos de discórdia entre governo, entidades educacionais e parlamentares. A proposta aprovada ontem está longe do projeto original enviado pelo governo ao Congresso, que, apesar de defender 100% dos royalties para a educação, assegurava uma quantidade menor de recursos para a área. 
Após uma dura negociação, diante de projetos distintos aprovados no Senado e na Câmara, todos os envolvidos tiveram de ceder em itens considerados importantes para que o acordo fosse feito. O Fundo Social é um deles. Na proposta aprovada original, apenas parte dos rendimentos desse fundo, que é uma espécie de poupança obrigatória que deve ser feita a partir dos investimentos na extração do petróleo, seriam destinados à educação. Ontem, decidiu-se que 50% de todo o fundo será destinado ao setor, que era a proposta aprovada na Câmara.
O acerto feito entre governo e parlamentares que assegurou a votação inclui uma alteração dessa regra no futuro. Após alguns anos, esse percentual de 50% será reduzido. A explicação, segundo o deputado Carlos Zarattini (PT-SP), que presidiu na Câmara a comissão criada para analisar o projeto, é que o texto aprovado na Câmara assegura mais dinheiro para a educação no curto prazo, mas o montante total do fundo crescerá menos do que poderia se só os rendimentos fossem recolhidos.
Planilha elaborada pelo Ministério de Minas e Energia, com base na expectativa de comercialização do primeiro campo de pré-sal a produzir, a partir de 2019, mostra que a educação receberia nesse primeiro ano R$ 667,5 milhões do fundo se o projeto aprovado fosse o da Câmara. Pela proposta do Senado, os primeiros recursos chegariam em 2020 e seriam 25 vezes menores: R$ 26,7 milhões.
Em 2020, a proposta da Câmara já garantia R$ 1,6 bilhão para a educação. O ápice de recursos se daria, de acordo com essa projeção do governo em cima dos dois projetos, em 2031, quando R$ 20 bilhões seriam repassados à área. O máximo de recursos calculados a partir do projeto dos senadores ocorreria em 2049, R$ 14,3 bilhões. Nessa mesma época, se a proposta aprovada fosse a dos deputados, o setor receberia R$ 8,7 bilhões.
“Com as mudanças que serão feitas nesse projeto, dá para assegurar um caixa reforçado para a educação de imediato, mas garantindo também que no futuro o montante repassado à educação não seja menor do que poderia ser”, afirma Zarattini. O objetivo é montar uma estratégia de redução desse percentual, a partir de quando se espera arrecadar o máximo para educação (por volta de 2030), até chegar ao repasse dos rendimentos exclusivamente.
Especulações precipitadas
Ainda não há data para que o novo projeto seja encaminhado pelo governo ao Congresso, mas isso não interferirá no repasse imediato de recursos para a educação. Então, especula-se que o tema só volte aos debates no fim do ano ou início de 2014. Para entidades educacionais, ainda é cedo para discutir o tema.
“Acho que é muito cedo para pensar nisso. Ainda não dá muito para prever quanto o pré-sal vai render. As previsões são importantes para orientar o debate, mas não podem ser usadas para definir critérios de redução (do percentual do fundo para educação)”, afirma Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, que trabalhou ativamente para aprovação do projeto que destinasse mais recursos à área.
Para Cara, é importante que o país aproveite o bônus demográfico da população brasileira, em que a estrutura etária favorece o desenvolvimento, agora. “Esse será o último bônus, não faz sentido deixar de aproveitá-lo. Não podemos perder a oportunidade de educar tantos jovens, que vão beneficiar o futuro”, pondera.
A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) se preocupa agora, especialmente, com o repasse desses recursos. Para a presidente da Undime, Cleuza Repulho, esse é assunto que merece mais atenção neste momento do que a redução do percentual do fundo e a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE).
“Nada impede que façamos avaliações e revisões dos processos no futuro, até porque não sabemos quanto vão render os campos. A gente avançou bastante em relação ao projeto original e o acordo foi bom”, comenta Cleuza, ressaltando que os valores são menores do que a Undime gostaria. “Mas essa segunda negociação, de como os recursos serão distribuídos, será tão difícil quanto a primeira”, prevê.
Para ela, assim como para Daniel Cara, a melhor maneira de distribuir os recursos dos royalties – e que não possui definições no projeto – é usando o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). É neste fundo que toda a receita obrigatória para a educação, definida por lei, é depositada e redistribuída. Cada Estado e cada município recebem valores mínimos por aluno.
“Esse dinheiro precisa chegar na ponta. E claro que temos de separar uma parte para investimento, mas o maior problema da educação é o custeio. Precisamos manter as escolas com qualidade, atrair bons profissionais, pagando bons salários e para isso precisamos de recursos. A gestão também é importante, mas isso é obrigação no PNE”, afirma.
Segundo Cara, o desafio da Campanha será brigar por um projeto que vincule os recursos ao Fundeb e, portanto, ao investimento na educação básica. A proposta aprovada diz que essa etapa deve ser priorizada. Vale lembrar que os recursos do Fundo Social, por lei, só podem financiar projetos nas áreas de educação, saúde pública, cultura, esporte, ciência e tecnologia e meio ambiente.
Aluna: Stefany Salgado Paris 1°B

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Proposta sobre reforma política divide especialistas

Enquanto para alguns o processo é demorado, para outros a saída é necessária ao momento político do país. A proposta de um plebiscito e da própria realização de uma Assembleia Constituinte exclusiva para fazer a reforma política divide políticos, cientistas sociais e constitucionalistas ouvidos pelo Brasil Econômico. De fato, as palavras genéricas dos dois últimos discursos da presidente Dilma Roussef entram muito pouco no detalhe das propostas, o que deixa muitas perguntas ainda sem respostas. Falta definir, por exemplo, qual pergunta, ou perguntas, serão feitas à população no plebiscito. "Concretamente, a presidente propôs apenas o mecanismo de plebiscito. A escolha do tema e a montagem da pergunta é a parte mais importante do processo", ressalta o ex-mi Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Torquato Jardim, sócio do escritório de advocacia Siqueira Castro, que em 1993 foi relator do plebiscito sobre a forma e o sistema de governo do país. Fonte: Aluna:Bruna Aparecida Moureira/b>

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Pirâmides: Telexfree sofre 10ª derrota em processo no Acre e bloqueio continua

Empresa, com 1 milhão de associados, está com as atividades suspensas há 55 dias

            Acusada de ser a maior pirâmide financeira do País, a Telexfree  seguirá bloqueada pela Justiça por tempo indeterminado. Seus cerca de 1 mihão de associados, assim, continuam impedidos de receber o dinheiro que investiram no negócio e os vultuosos lucros prometidos.
Em julgamento terminado há pouco no Acre, a empresa sofreu um novo revés na tentativa de derrubar a liminar (decisão temporária) que congelou suas contas e atividades, há 55 dias, a pedido do Ministério Público do Acre (MP-AC). A decisão desta segunda-feira (12) é a décima derrota da Telexfree no processo, se contabilizada a liminar.
            Os desembargadores Samoel Evangelista, Waldirene Cordeiro e Regina Ferrari, da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), recusaram pela segunda vez um recurso apresentado pela defesa na tentativa de derrubar o bloqueio. Eles já haviam negado um pedido anterior em 8 de julho (veja cronologia abaixo). A decisão foi unânime – ninguém votou a favor da empresa.
Segundo o desembargador Evangelista, os associados (chamados de divulgadores) da Telexfree lucram sobretudo com o recrutamento de mais pessoas para o negócio, e não com a venda pacotes de telefonia VoIP ou a colocação de anúncios na internet, como alega a propaganda da empresa. Por isso, o esquema é uma pirâmide financeira.


'A lógica apontava para a derrota'
          A defesa da Telexfree ainda vai apresentar novos recursos ao próprio TJ-AC antes de tentar levar o caso para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), diz Wilson Furtado Roberto, um dos advogados da empresa. Ele nega irregularidades nos negócios.

Fonte: www.ig.com.br
Aluna:  Bruna Aparecida Moureira

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Religiosos reagem com novos projetos à lei que dá garantias para vítima de estupro

A bancada religiosa da Câmara dos Deputados reagiu à sanção da lei que estabelece garantias às vítimas de violência sexual com a apresentação de três projetos que querem derrubar integralmente a lei ou pelo menos minimizar sua importância.
Na semana passada, mesmo após muita pressão de evangélicos e católicos, a presidente Dilma Rousseff sancionou integralmente a lei que torna obrigatórias políticas já adotadas pelo Ministério da Saúde e pelos serviços de atendimento às vítimas de violência sexual. Como, por exemplo, a oferta de imediato da pílula de emergência e de informações sobre os direitos da vítima - como o aborto, nos casos de gravidez decorrente de estupro.


Aluna:Beatriz 1ºB

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Corrupção é problema nº 1 para jovens

Pesquisa ouviu 3,3 mil jovens e foi realizada antes dos protestos que tomaram conta do País.

A corrupção é o problema que mais incomoda os jovens do Brasil. A constatação é de uma pesquisa divulgada pelo governo federal nesta quinta-feira que traçou um retrato do perfil e da opinião da juventude brasileira.
Foram entrevistados 3,3 mil jovens entre abril e maio de 2013, antes do início dos protestos que tomaram conta do País. Desse total, 36% colocaram a corrupção à frente de problemas como desigualdade entre ricos e pobres (20%), o poder dos traficantes (13%) e o racismo e outras formas de discriminação (10%).
Para o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, o resultado da pesquisa não surpreende. "Ultimamente, quase todas as pesquisas que temos visto tratam de dois temas fundamentais: a questão da corrupção e, no nosso caso, a questão da saúde também. A minha sensação é que depois das manifestações, esse item (corrupção) ainda ganharia mais destaque, em uma eventual pesquisa atualizada", afirmou o ministro.
Aluna:Stefany Salgado Paris 1°B

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Encontro estimula debate da legislação trabalhista para jovens

            Salvador - Com a finalidade de informar sobre os conhecimentos da legislação que rege o aprendizado nas atividades administrativas para adolescentes.
            O evento teve como objetivo principal mostrar a esse público específico quais são os direitos e deveres perante a lei trabalhista. Com a iniciativa, a DRT espera estimular a reflexão, o senso crítico e a autonomia para criar condições de novas buscas de perspectivas de trabalho para esses jovens.
            Nesta turma de aprendizes existem 182 adolescentes inseridos no mercado de trabalho, sendo 96% afro-descendente, 55,6% do sexo masculino e 44,4% de mulheres. Todas as empresas onde eles estão inseridos cumprem a Legislação de Aprendizagem - Lei 10097/2000, graças ao trabalho de fiscalização desenvolvido pelo NAPE.
           O encontro contou, ainda, com representantes da Ong Ágata Esmeralda, que abordaram temas como os direitos do trabalhador adolescente e o sistema de garantia de direitos. 

 Fonte.

Aluna: Bruna Aparecida Moureira

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Alckmin rebate Dilma e diz que malha metroviária de SP é 'boa'

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) respondeu na manhã desta quinta-feira às críticas que a presidente Dilma Rousseff (PT) fez à gestão do metrô em São Paulo. Em ato que destinou recursos para o prefeito e aliado Fernando Haddad (PT), a petista afirmou que a capital paulista é,"talvez, a maior cidade do mundo com o menor sistema de transporte metroviário do mundo".
"Todos os grandes metrôs do mundo têm grande participação do governo federal, e nós levamos lá [o pedido de recursos]. Hoje, o governo federal participa com financiamento, mas não tem dinheiro a fundo perdido. Terá na linha 18, a linha bronze, que vai de Tamanduateí até São Bernardo do Campo".


Aluna:Beatriz 1ºB

Dilma sanciona projeto que garante atendimento a vítimas de estupro

Hospitais deverão dar 'pílula do dia seguinte' a mulher que sofreu abuso.
Presidente sancionou projeto sem vetar nenhum ponto do texto.

           A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta quinta-feira (1º), sem vetos, projeto de lei que determina o atendimento obrigatório e imediato no Sistema Único de Saúde (SUS) a vítimas de violência sexual, segundo informou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. A lei entra em vigor em 90 dias.

           Com a sanção, Dilma manteve no projeto um trecho que foi alvo de polêmica entre religiosos por obrigar hospitais a prestarem serviço de “profilaxia da gravidez” a mulheres que sofreram abuso.

            De acordo com o projeto, todos os hospitais da rede pública serão obrigados a oferecer, de forma imediata, entre outros serviços, a "profilaxia da gravidez", termo que, de acordo com o Ministério da Saúde, refere-se ao uso da chamada "pílula do dia seguinte". A medicação evita a fecundação do óvulo (em até 72 horas após a relação sexual) e não tem poder para interromper uma gestação.


Fonte: http://g1.globo.com
Aluna: Bruna Aparecida Moureira

terça-feira, 30 de julho de 2013

Jornada consumiu ao menos R$ 109 mi em recursos públicos

     O gasto público com a Jornada Mundial da Juventude alcançou R$ 109 milhões, de acordo com as informações prestadas até agora pelos governos federal, estadual e municipal.
     A União foi a que, até agora, divulgou o maior dispêndio para o evento católico: R$ 57 milhões na segurança da Jornada e do papa Francisco.
      As Forças Armadas receberam R$ 27 milhões para alimentação e combustível consumidos durante a Jornada. Os recursos foram usados também na montagem da estrutura em Guaratiba --dois hospitais de campanha e alojamentos--, cujo custo não foi detalhado.
      Outros R$ 30 milhões foram repassados para a Secretaria Especial para Grandes Eventos, ligada ao Ministério da Justiça. O dinheiro foi usado em passagens e diárias de policiais e agentes da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) deslocados para o Rio.
      Os gastos se juntam aos já divulgados pelos governos estadual e municipal do Rio. Os dois relatam gastos R$ 26 milhões cada, mas não detalharam custos.
     O governo do Estado afirma que custeou o transporte dos peregrinos e voluntários nos sistemas de trens e metrô.
     Além disso, pagou a instalação de bolsões de recepção de ônibus com peregrinos.
Cerca de R$ 850 mil foram gastos com o evento com o papa Francisco no Palácio Guanabara. O Estado também custeou a despedida do papa na Base Aérea do Galeão.
      Estado informou que não tinha balanço atualizado após o fim do evento. Antes da Jornada, o Palácio Guanabara havia informado que o gasto estava dentro do previsto.
     A prefeitura afirma que seus R$ 26 milhões foram usados para o pagamento de serviços de logística e planejamento. Parte dos gastos foi feita no entorno do Campus Fidei, em Guaratiba, que não foi usado. Entre eles a urbanização de ruas, limpeza e dragagem do rio Piraquê, vizinho ao local, e construção de passarelas para os peregrinos.
     O prefeito Eduardo Paes (PMDB) afirmou que todos os gastos já seriam feitos sem a Jornada, mas que foram acelerados em razão do evento.

Stefany Salgado Paris 1°B 

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Presidente vai à capital comandada pelo aliado Fernando Haddad (PT) anunciar mais recursos do PAC para mobilidade urbana

     A presidenta Dilma Rousseff vai a São Paulo na próxima terça-feira (30) para anunciar a liberação de dinheiro para projetos de mobilidade urbana na capital paulista.
     Os recursos fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Urbana, que engloba projetos de melhoria, ampliação e implantação de sistemas de transporte público.
     Em junho, protestos pela redução da tarifa do transporte público em São Paulo deram origem a uma onda de manifestações em todo o país pela melhoria dos serviços públicos.
     Também na capital paulista, Dilma deve participar do anúncio de projetos de urbanização de assentamentos nas comunidades de Paraisópolis e Cantinho do Céu, na zona sul da cidade.
Stefany Salgado Paris 1°B





terça-feira, 23 de julho de 2013

Congresso terá que harmonizar agenda positiva com arrecadação menor

Parlamentares terão que tentar harmonizar as propostas em tramitação na casa com queda de dinheiro disponível


Deputados e senadores voltam ao trabalho em 15 dias com o desafio de encontrar um ponto de equilíbrio entre a confirmação de um cenário econômico menos otimista e o ritmo de votações da chamada agenda positiva das ruas, que inclui medidas que diminuem a arrecadação do governo. A sinalização dada ontem (22) pela equipe econômica do governo, que registra queda na previsão de crescimento da economia e a suspensão de diversos gastos, pode tensionar a tomada de decisões. A projeção publicada no Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas – que apresenta a estimativa de arrecadação pública a cada dois meses – foi reduzida de 3,5% para 3% este ano

Fonte: www.ig.com.br
Aluna: Bruna Aparecida Moureira

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Joaquim Barbosa cumprimenta papa Francisco e ignora Dilma

Papa, Dilma e Joaquim Barbosa (Daniel Marenco/Folhapress)



O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, cumprimentou o papa Francisco e ignorou a presença da presidente Dilma Rousseff, que estava ao lado do pontífice, durante a cerimônia no Palácio Guanabara, sede do governo fluminense, na zona sul do Rio, no final da tarde desta segunda-feira (22).
Após a cerimônia, o pontífice cumprimentou um a um alguns ministros que estavam presentes. A presidente Dilma estava ao seu lado e anunciava o nome do ministro para que o papa pudesse cumprimentá-lo.
Os ministros Marta Suplicy (Cultura), Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Paulo Bernardo (Comunicações), Ideli Salvatti (Relações Institucionais) cumprimentavam o líder religioso e, depois, a presidente.
Contudo, Joaquim Barbosa, ministro do STF, cumprimentou apenas o pontífice e saiu do palco sem olhar e cumprimentar Dilma.
A assessoria de Joaquim Barbosa disse que ele e várias outras autoridades ficaram com a presidente Dilma em uma sala, antes da chegada do papa. Segundo o assessor, como os dois já tinham se cumprimentado e conversado antes, provavelmente, Barbosa achou que não era o caso de cumprimentá-la novamente.


Aluna:Beatriz 1ºB

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Dilma cai 28 pontos e tem menos chance de vencer em 2014 do que Lula, diz Ibope

Dilma fica com 30% das intenções de voto e Lula com 41% contra os mesmos quatro adversários, segundo pesquisa

     Uma nova pesquisa de intenção de voto sobre as eleições de 2014, divulgada nesta quinta-feira (18), mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem mais chances de vencer a disputa presidencial do que a presidente Dilma Rousseff, que caiu 28 pontos em relação a ultima sondagem. De acordo com pesquisa encomendada pelo jornal O Estado de São Paulo junto ao Ibope, Dilma tem 30% das intenções de voto e Lula 41% contra os mesmos quatro adversários.
     Na primeira sondagem, sem Lula, Dilma aparece com 30%, ante os 58% que tinha em março, contra 22% de Marina Silva (sem partido), 13% de Aécio Neves (PSDB) e 5% de Eduardo Campos (PSB). Mas, em um cenário com o ex-presidente no lugar de sua sucessora, Lula alcança 41% e os adversários, respectivamente, 18%, 12% e 3%.
     Se incluído na disputa o nome do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, Dilma fica com 29% das intenções de voto, contra 21% de Marina, 12% de Aécio, 6% do próprio Barbosa e 5% de Eduardo Campos. Neste caso, Lula também sairia melhor que a presidente. Ele cai para 39%, Marina para 17%, Aécio permanece com 12%, Barbosa fica com 6%, e Campos também cai para 3%.
     A pesquisa Ibope/Estado foi feita entre os dias 11 e 14 de julho. Foram entrevistados 2.002 brasileiros de 16 anos ou mais de idade em 140 municípios de todas as regiões do Brasil. A margem de erro máxima é de 2%, para mais ou para menos, em um intervalo de confiança de 95%. Isso significa que se a mesma pesquisa fosse feita simultaneamente 100 vezes, em 95 delas os resultados deveriam ficar dentro da margem.
Aluna: Stefany Salgado Paris 1°B

terça-feira, 16 de julho de 2013

Proposta de plebiscito do PT não contempla todas as sugestões do Planalto

Mesmo com o enterro do plebiscito para valer em 2014, a bancada do PT na Câmara fechou nesta terça-feira (16) uma proposta de plebiscito para direcionar uma reforma política no Congresso, mas sem incluir parte das sugestões lançadas pelo Planalto aos parlamentares.
Entre os temas abordados nas cinco perguntas, dois são semelhantes ao apresentado pelo Planalto: financiamento de campanha e sistema de votação. Há duas perguntas que envolvem formas de participação: aumento da presença feminina no cenário político e da inclusão da sociedade na discussão de projetos. Por fim, há uma questão referente à perda de mandato caso o parlamentar saia do partido.
Nas sugestões enviadas pelo Planalto ainda constam o fim dos suplentes no Senado, o fim do voto secreto no Congresso e o fim das coligações partidárias para eleições de parlamentares.
Para começar a tramitar na Casa, o PT precisa recolher 171 assinaturas. Apenas PCdoB e PDT se comprometeram com a proposta. O texto petista não agradou ao PDT que pretendia discutir a convocação de assembleia constituinte para discutir uma ampla reforma.


Aluna:Beatriz 1ºB

Prefeitos do Tocantins se dizem frustrados com fala de Dilma na Marcha a Brasília

10/7/2013

            Com vaias, a presidente Dilma Rousseff (PT) participou nesta quarta-feira, 10, da XVI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, realizada no hotel Royal Tulypi. De acordo com a Associação Tocantinense de Município (ATM), na fala, a presidente não fez nenhuma menção sobre o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), o que causou protesto e revolta de centenas de prefeitos e prefeitas presentes no evento.


           Segundo dados da Confederação Nacional de Municípios (CNM), mais de três mil prefeitos estavam no auditório no momento da fala da presidente Dilma.

           Para o presidente da ATM, o prefeito de Almas, Leonardo Cintra (PSDB), foi frustrante a participação da presidente Dilma na Marcha, uma vez que não mencionou e muito menos apresentou qualquer proposta que aplacasse o sofrimento dos prefeitos em relação ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

          “Esperávamos um aumento de pelo menos 1% no FPM, além de restituição nas perdas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Apesar da falta de compromisso do seu governo com os municípios brasileiros, não vamos calar. A luta por um pacto federativo mais justo, que seja capaz de promover o desenvolvimento sustentável das cidades vai continuar”, pregou.

          O prefeito de Cristalândia, Big Jow (PP), afirmou que volta para o seu município frustrado. “O que a presidente Dilma anunciou é uma migalha que não representa quase nada nesse mar de crise. Não sei qual a mágica que teremos que inventar para dar respostas a tantos problemas que temos” disparou.

Fonte: www.portalct.com.br/politica
Aluna: Bruna Aparecida Moureira


quinta-feira, 11 de julho de 2013

Ministério da Defesa tem 30 dias para responder ao requerimento com detalhes do transporte de autoridades em aviões da Força Aérea

     A Mesa Diretora do Senado aprovou nesta quinta-feira o pedido do líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP), para que o ministro da Defesa, Celso Amorim, detalhe informações de transporte de autoridades e demais passageiros em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). Amorim tem 30 dias para responder ao requerimento. Segundo o pedido do tucano, nos últimos dias a imprensa divulgou "a malversação do uso do dinheiro público em mais uma modalidade de serviço público".
     Aloysio Nunes Ferreira pede que o ministério responda a sete perguntas. Entre elas, quantos voos com aviões da FAB foram realizados com base no Decreto 4.244/2002 (que disciplina o uso de aeronaves oficiais), quais os destinos e quais autoridades estiveram nesses voos.
      Na segunda-feira, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), avisou que apoiaria o pedido do tucano. "Quero, de pronto, dizer que eu defendo e apoio a aprovação do requerimento", disse Renan, ao lê-lo em plenário. Renan se valeu de um avião da FAB para ir ao casamento da filha do líder do PMDB na Casa, Eduardo Braga (AM).
     No semana passada, quando foi divulgada a viagem, Renan avisou que não iria devolver os recursos, mas, um dia depois, decidiu restituir R$ 32 mil aos cofres públicos decorrentes do voo de ida e volta para o evento ocorrido no litoral baiano.
Aluna: Stefany Salgado Paris 1°

terça-feira, 9 de julho de 2013

Maioria da Câmara quer aprovar reforma política sem fazer plebiscito

Proposta de referendo ganhou força entre PPS, DEM, PSDB e PMDB.
Henrique Alves anunciou grupo de trabalho para elaborar reforma política.

Líderes partidários afirmaram nesta terça-feira (9) que a maioria da Câmara quer aprovar uma proposta de reforma política sem realizar plebiscito. A ideia seria submeter o projeto votado no Congresso a um referendo popular.
Após reunião de líderes, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, descartou a realização de um plebiscito da reforma política que valha para as eleições de 2014. Ele anunciou a criação de um grupo de trabalho para elaborar um projeto de reforma e disse que a proposta poderá ser submetida posteriormente a um referendo, a ser realizado durante as próximas eleições.
O líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), afirmou que o partido prefere que o grupo de trabalho elabore o projeto de reforma, em vez de haver um plebiscito sobre o assunto. Segundo ele, o partido só aceitaria essa forma de consulta popular se fosse realizada no segundo turno das eleições de 2014, para poupar gastos.
Aluna:Beatriz 1ºB