quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Supremo decide por novo julgamento, que só deve começar no ano que vem

Decano da Corte, Celso de Mello deu o voto de desempate na discussão sobre embargos infringentes - Ed Ferreira/Estadão


Ministro Celso de Mello aceita embargos infringentes e Corte sorteia Luiz Fux como relator da nova fase, que analisará crimes de 12 dos 25 condenados; prazos regimentais empurram encerramento do processo para perto da eleição presidencial

O Supremo Tribunal Federal vai realizar um novo julgamento para parte dos crimes pelos quais 12 dos 25 réus do mensalão foram condenados. O voto decisivo pela aceitação dos embargos infringentes, que permitem uma nova análise quando uma sentença é obtida numa votação apertada entre os ministros da Corte, foi dado nesta quarta-feira, 18, pelo decano Celso de Mello.


Aluna: Beatriz 1ºB

Novo julgamento do mensalão não pode ser 'vergonha' , diz Alckmin

STF aceitou embargos infringentes e haverá nova avaliação de crimes. 
Governador de São Paulo disse ter 'confiança' de que será feita 'justiça'.


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta quinta-feira (19) que o novo julgamento de 12 condenados no processo do mensalão, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), “não pode ser uma vergonha nacional”. Alckmin diz ter “muita confiança” de que haverá “justiça”.
Nesta quarta-feira (18), o STF decidiu por seis votos a cinco aceitar os embargos infringentes, Esses recursos levarão a um novo julgamento nos casos de condenações por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha em que o réu obteve ao menos quatro votos favoráveis no julgamento do caso, no ano passado.
“A decisão do Supremo Tribunal Federal é técnica. Os especialistas, os melhores juristas do país interpretam a lei. Então, ela [a decisão] tem que ser respeitada. Nós temos muita confiança de que o novo julgamento vai fazer justiça para que o país não se envergonhe de impunidade. Isso não pode ser uma vergonha nacional”, afirmou Alckmin durante anúncio do ônibus noturno em São Paulo.
Aluna: Stefany 1ºB

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Biodisel ainda vale a pena?

Governo estuda ampliar o percentual de adição do combustível vegetal no óleo diesel de 5% para 7%. A medida alivia o caixa da Petrobras.
 
Sob pressão dos produtores de biodiesel, o governo estuda ampliar a mistura de óleos vegetais no diesel vendido no país, que têm capacidade ociosa suficiente para dobrar o patamar atual, de 5%. A mudança está em estudo pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e, segundo fonte, pode ser apreciada em reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) ainda este ano.
Ao mesmo tempo em que tem potencial para reduzir as importações de diesel, com impacto positivo no caixa da Petrobras, a medida é vista com desconfiança por especialistas, diante da perspectiva de repasse do custo aos consumidores.
O mercado esperava que o tema fosse avaliado na última reunião do CNPE, realizada em junho. A expectativa agora, segundo fonte ligada à área energética, é que seja incluído na pauta do próximo encontro, previsto para dezembro. A proposta em análise prevê a ampliação dos atuais 5% para 7%, mistura conhecida como B7.
A Associação dos Produtores de Biodiesel do Brasil (Aprobio) argumenta que a medida ajuda a minimizar as perdas da Petrobras com a importação de diesel, que somaram 6,3 bilhões de litros entre janeiro e julho de 2013, alta de 29,3% com relação ao mesmo período de 2012.

Fonte: www.ig.com.br
Aluna: Bruna Aparecida Moureira

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Dilma pode iniciar troca de ministros em outubro

Edson Silva/Folhapress


As mudanças que a presidente Dilma Rousseff planejava fazer em dezembro em seu ministério podem começar antes da hora. A presidente analisa a conveniência de iniciar as trocas em outubro.
A ideia é fazer tudo em duas etapas: exonerar no mês que vem auxiliares que não terão papel estratégico na campanha presidencial de 2014, como a petista Maria do Rosário, dos Direitos Humanos, e o peemedebista Gastão Vieira, do Turismo, e tirar em dezembro titulares das pastas mais estratégicas, como Desenvolvimento e Casa Civil.
Segundo a Folha apurou, a única exceção sendo discutida atualmente é a do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que será o candidato do PT ao governo do Estado de São Paulo e hoje comanda o programa Mais Médicos, uma das bandeiras da campanha de Dilma no próximo ano.
Conforme o desenho atual, Padilha deixaria a Saúde somente no ano que vem, o que permitiria que aproveitasse o máximo possível a vitrine governamental para ampliar a exposição de sua imagem.


Aluna:Beatriz 1ºB

Dia 5/9/2013:

Lula critica EUA e diz que Obama deve desculpas a Dilma e ao Brasil

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira que os Estados Unidos estão ameaçando a soberania do mundo e que o presidente norte-americano, Barack Obama, deve desculpas à brasileira Dilma Rousseff e ao Brasil.
O programa "Fantástico", da TV Globo, revelou no último domingo (1º) que Dilma foi alvo de espionagem e teve sua comunicação monitorada pelo governo dos EUA.


Aluna:Beatriz 1ºB

Dia 13/9/2013:

Sem máscaras, protesto de rua no Rio tem mais PMs que manifestantes.

A primeira manifestação de rua no Rio de Janeiro após a entrada em vigor da lei que proíbe máscaras nos protestos transcorreu de maneira pacífica nesta sexta-feira (13) e se dispersou logo depois das 23h.
Concentrada mais uma vez no entorno do Palácio Guanabara, sede do governo do Rio, na zona sul da cidade, a manifestação contra o governador Sergio Cabral reuniu cerca de cem manifestantes, menos do que o número de policiais destacados para a proteção do governo: 150 homens.
Muitas pessoas usavam preto, a cor dos 'black blocs', grupo que motivou a proibição das máscaras, mas ninguém se arriscou a desafiar a lei.


Aluna: Beatriz 1ºB

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Líder do DEM defende asilo político a cubanos do Mais Médicos

         O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) apresentou um projeto de lei na Câmara que concede visto permanente aos cubanos que ingressarem no país como refugiados ou amparados por acordos de cooperação técnica internacional. A intenção é respaldar política e juridicamente os cubanos do programa Mais Médicos.
        “Esse programa tem um lado eleitoreiro. O PT só descobriu que falta médico no Brasil oito meses antes das eleições. Temos que adequar a estadia desses cubanos, estamos dando asilo político e apoio jurídico para que eles tenham cidadania e condição de liberdade no Brasil”, afirmou Caiado.
 
Aluna: Bruna Aparecida Moureira